sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Medicina

ciencia da informaçao

Você precisa saber sobre a evolução e a natureza mutante da ciência
da informação (CI)?. Então leia:
Saracevic, Tefko.  Ciência da informação: origem, evolução e relações.

 
Saracevic
Saracevic

domingo, 24 de outubro de 2010

Descritores em saúde

Acta Cirurgica Brasileira

Print version ISSN 0102-8650

Acta Cir. Bras. vol.19 no.2 São Paulo Mar./Apr. 2004

doi: 10.1590/S0102-86502004000200013 

PESQUISA BIBLIOGRÁFICA

Pesquisa na área da saúde: 1 - base de dados DeCS (Descritores em Ciências da Saúde)1


Rosely de Fátima Pellizzon
Bibliotecária Responsável pelo Setor de Referência da Biblioteca Central, UNIFESP/EPM e Pesquisadora do Núcleo de Comunicação Científica em Cirurgia - NCCC. E-mail: rosely.bc@epm.br


Introdução
Na edição dezembro de 2003, foi apresentada a definição de bases de dados referenciais na área da saúde e indicada uma metodologia para o desenvolvimento de uma boa pesquisa bibliográfica(1). Como desdobramento do artigo citado, neste trabalho aprofundamos a metodologia, apresentando as etapas em forma de aula de apoio como pesquisar / recuperar a informação nas bases referidas. Incentivar a autonomia dos usuários da área da saúde na recuperação da informação, permitindo o acesso remoto a estas fontes, que têm a vantagem de ser gratuitas, é um dos objetivos desta serie que orienta passo a passo.
Primeiro passo - localizar a terminologia autorizada e reconhecida mundialmente, (vocabulário estruturado). Esse vocabulário é necessário para descrever, organizar e ajudar o usuário a encontrar a informação que procura. "O uso de um vocabulário estruturado permite ao pesquisador recuperar a informação com o termo exato utilizado para descrever o conteúdo daquele documento científico"(2).
Antes de executar a pesquisa é preciso acessar o DeCS — Descritores em Ciências da Saúde —, onde localizará seu assunto através de palavras-chave, conhecidas também como key-words, descritores ou unitermos. A pesquisa no DeCS é fundamental na seleção dos descritores, a fim de facilitar o processamento da pesquisa bibliográfica e o acesso aos artigos científicos.
O DeCS  é um vocabulário estruturado, trilingüe (português, espanhol e inglês), baseado em coleções de termos, organizados para facilitar o acesso à informação.
Os vocabulários são usados como uma espécie de filtro entre a linguagem utilizada pelo autor e a terminologia da área. Também podem ser considerados como assistentes de pesquisa ajudando o usuário a refinar, expandir ou enriquecer suas pesquisas proporcionando resultados mais objetivos.(3)
A BIREME (http://www.bireme.br) criou o DeCS em 1986 traduzindo e adaptando o Medical Subject Headings – MeSH (http://www.nlm.nih.gov/mesh/meshhome.html) produzido pela U.S. National Library of Medicine. O MeSH existe desde 1963, para uso na indexação de documentos tais como: artigos de revistas científicas, livros, anais de congressos, relatórios técnicos, e outros tipos de materiais. Esta primeira etapa é fundamental para a recuperação de assuntos da literatura científica em bases de dados como: 
Estrutura do DeCS
Estruturado em 17 categorias e sua estrutura hierárquica é fundamentada na divisão do conhecimento em classes e subclasses decimais, respeitando as ligações conceituais e semânticas, e seus termos são apresentados em uma estrutura híbrida de pré e pós coordenação, com atualização anual.
A versão do DeCS para 2004 possui 159.958 descritores com sinônimos e definições nos três idiomas. Ampliando o MeSH foram incorporadas mais duas áreas do conhecimento específicas que são:
- Saúde Publica (http://decs.bvs.br/cgi-bin/wxis1660.exe/decsserver/?IsisScript=../
cgibin/decsserver/decsserver.xis&interface_language=p&previous_page=
homepage&previous _task=NULL&task=hierarchic&mfn_tree=1&categorie=SP
) 9481 descritores mais sinônimos, e com sua nova subcategoria em 2003, a do Direito Sanitário (SP9) totalizando 395 descritores com sinônimos e definições nos três idiomas.
As categorias que compõem o DeCS são:
  • Anatomia [A]
  • Organismos [B]
  • Doenças [C]
  • Compostos Químicos e Drogas [D]
  • Técnicas e Equipamentos [E]
  • Psicologia e Psiquiatria [F]
  • Ciências Físicas [G]
  • Homeopatia [HP]
  • Antropologia, Educação, Sociologia e Fenômenos Sociais [I]
  • Tecnologia e Alimentos e Bebidas [J]
  • Humanidades [K]
  • Ciência da Informação [L]
  • Pessoas [M]
  • Assistência à Saúde [N]
  • Saúde Pública [SP]
  • Localizações Geográficas [Z]
Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-86502004000200013 Acesso em: 24 out. 10.

sábado, 23 de outubro de 2010

A base cromossômica de neoplasia humana
JJ Yunis


técnicas de alta resolução de bandas para o estudo dos cromossomos humanos revelaram que as células malignas da maioria dos tumores analisados possuem características cromossômicas. Translocações de segmentos de cromossomos mesmo com pontos de interrupção precisa ocorrer em muitas leucemias e linfomas, e uma banda cromossômica específica é eliminado em carcinomas diversos. Trissomia, ou a ocorrência de um cromossomo em particular em triplicado, é a única anormalidade observada em algumas neoplasias. Propõe-se que rearranjos cromossômicos desempenhar um papel central na neoplasia humana e que podem exercer seus efeitos através de mecanismos genômicos relacionados. Assim, uma translocação poderia servir para colocar um oncogene ao lado de uma seqüência de DNA de ativação, uma exclusão para eliminar um repressor oncogene, e trissomia para realizar dosagem do gene extra.

Disponivel em:< http://www.sciencemag.org/cgi/content/abstract/221/4607/22> Acesso em: 23 out. 10.
Células-Tronco e Câncer: vida e morte com uma origem
comum?
Flávio Henrique Paraguassú-Braga
e Adriana Bonomo
As células-tronco estão presentes desde a vida embrionária até a vida
adulta, e provavelmente até nossa morte. São elas as responsáveis
pela formação do embrião e também pela manutenção dos tecidos na
vida adulta. No início da vida embrionária, as células-tronco são
virtualmente totipotentes, ou seja, apresentam capacidade de gerar
quaisquer tecidos do organismo. Contudo, após a formação do
embrião propriamente dito, diversos tecidos mantêm células-tronco
que participam da fisiologia normal (e da patologia também) na vida
adulta.
Conceitualmente, as células-tronco apresentam duas características
fundamentais: 1) auto-renovação ilimitada, por exemplo, a
capacidade de multiplicar-se gerando células iguais à célula-original
durante toda a vida, e ; 2) pluripotência, como, por exemplo, a
capacidade de gerar diferentes tipos celulares.
Apesar de existirem em baixa freqüência, seus números são
suficientes para manter os tecidos que necessitam de renovação
constante. Em alguns sistemas onde são bem caracterizadas, sua
freqüência é estimada em 1 para cada 100.000 células totais daquele
tecido. As células-tronco, à medida que se dividem, geram
progenitores comprometidos, com uma capacidade de proliferação
ainda mais limitada e um restrito potencial de diferenciação devido ao
comprometimento com uma linhagem celular única. A partir deste
ponto, esta célula já comprometida chamada precursor, já possui
morfologia definida e seu potencial proliferativo é limitado ou mesmo
nulo.
As células-tronco mais bem conhecidas, são as células-tronco do
tecido hematopoiético, identificadas por Till e McCulock há mais de 40
anos. Recentemente, outros tecidos tiveram suas células-tronco
identificadas como do sistema nervoso, fígado, pele e mucosas,
intestinos e até mesmo coração.
Figura 1. Hematopoiese
Página 1 Com Ciência - Células-tronco: a promessa da medicina regenerativa

Disponivel em:http: <www.somaticaeducar.com.br/arquivo/artigo/1-2008-09-27-15-31-54.pdf>. Acesso em 23 out. 10.